Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
terça-feira, 31 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
terça-feira, 17 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 17 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos
Dia 17 de março de 2009
Capítulo 07
Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos
O capítulo apresenta como pode ser o estudo documental em relação a estes três propósitos.
Uma forma ou vertente de pesquisa/ análise documental é do tipo Estado da Arte. Nas obras que temos em inglês e francês nunca se encontra este tipo de pesquisa com esta denominação. Também é conhecida como Estado do Conhecimento ou Survey. É semelhante ao terceiro propósito apresentado pelo autor.
Os propósitos são importantes para termos uma condução, um foco para a pesquisa documental.
Para a fundamentação teórica é sempre necessário DUVIDAR. Não é porque o autor é renomado que sua pesquisa tem relevância. Ter atenção com os fundamentos e tendências ideológicas dos autores, isso só é permitido para demonstrar contradição entre eles. “A pesquisa constrói a interpretação”, temos que ter ciência das concepções de cada autor.
Devemos incluir um estudo profundo de como os autores construiu os seus significados (referências).
“O tipo de análise textual empregada deve ser coerente com a perspectiva teórica adotada pelo pesquisador, que por sua vez, deve ser coerente com a estrutura conceitual e teórica do problema de pesquisa”, p.106.
Nenhuma análise de pesquisa com abordagem qualitativa do tipo documental pode ser generalizada. As análises apenas são válidas nos recortes feitos pelos pesquisadores. Não existem premissas e nem hipóteses e são predominantemente descritivas.
Não utilizar termos como “deveria”.
Criar instrumentos - validação interna (comprovar ou esclarecer) – repetir utilizando diferentes instrumentos, exemplo questionário e entrevista. Validação externa pode se dar por um grupo de professores com a apresentação dos resultados e discussão.
1. Pesquisas que constrói interpretações para identificar ou construir significados
Tipo de pesquisa essencialmente realizada em documentos oficiais (com base legal), com intuito de ver/perceber a presença ideológica no texto.
Abre possibilidades infinitas de pesquisa. Exemplo: A concepção dos documentos em determinada década (ou outro recorte temporal) sobre formação ou ainda em relação à determinada instituição, como a concepção do Ministério da Educação sobre formação.
Importância de descrever os procedimentos. O autor apresenta procedimentos diferentes para cada um dos propósitos de pesquisa. Isso demonstra o quanto é importante identificar a metodologia que estudamos e descrever os passos, ou seja, o procedimento no concreto. Exemplo: Na metodologia de estudo de caso Robert Yin, afirma que é essencial ter um cronograma de realização da pesquisa, isto é um “procedimento” teórico. Portanto, eu tenho que inserir no meu documento final de pesquisa o quanto foi importante e de que forma se deu a preparação de um cronograma na realidade e no contexto da realização dos meus estudos/pesquisa. Comentário sobre importância do planejamento: “Planejar é se preparar para o imprevisto”.
Cuidado: Documento “X” do MEC diz que “a tecnologia é tal coisa”. Quem diz que todos os documentos do MEC afirmam dessa forma?
De acordo como texto: É a pesquisa em documentos para investigar os tipos de significado construídos através do texto (trabalho ideológico). Reunião de textos relevantes para área de interesse, realizando interpretação através da análise textual.
Texto submetido à análise textual
2. Pesquisa baseada em documentos realizada para desenvolver uma postura “normativa” sobre uma questão educacional.
De acordo como texto: Examinar textos para construir argumentação em torno do que consideramos uma postura mais adequada, com maiores méritos para ser assumida a respeito de algum tema educacional. Pesquisa com intuito de fundamentar uma postura.
Tipo de pesquisa que leva muito tempo a ser feita (longo período) – intenso envolvimento com o objeto de estudo. Normas tácitas presentes na comunidade. Análise documental para descobrir um significado (exemplo: impacto da alfabetização) para determinado contexto/recorte. Finalidade de buscar uma “tendência”, identificar conceitos na prática/contexto e fundamentos ou um significado de algo para um público determinado.
3. Pesquisa que usa textos para promover achados substantivos sobre o mundo
Pesquisa que visa o uso de textos para descrever, entender e explicar as coisas que estão acontecendo no mundo (tendências). Análise de dados documentais para produzir conclusões substantivas. – É o que chamamos de pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
Dia 17 de março de 2009
Capítulo 07
Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos
O capítulo apresenta como pode ser o estudo documental em relação a estes três propósitos.
Uma forma ou vertente de pesquisa/ análise documental é do tipo Estado da Arte. Nas obras que temos em inglês e francês nunca se encontra este tipo de pesquisa com esta denominação. Também é conhecida como Estado do Conhecimento ou Survey. É semelhante ao terceiro propósito apresentado pelo autor.
Os propósitos são importantes para termos uma condução, um foco para a pesquisa documental.
Para a fundamentação teórica é sempre necessário DUVIDAR. Não é porque o autor é renomado que sua pesquisa tem relevância. Ter atenção com os fundamentos e tendências ideológicas dos autores, isso só é permitido para demonstrar contradição entre eles. “A pesquisa constrói a interpretação”, temos que ter ciência das concepções de cada autor.
Devemos incluir um estudo profundo de como os autores construiu os seus significados (referências).
“O tipo de análise textual empregada deve ser coerente com a perspectiva teórica adotada pelo pesquisador, que por sua vez, deve ser coerente com a estrutura conceitual e teórica do problema de pesquisa”, p.106.
Nenhuma análise de pesquisa com abordagem qualitativa do tipo documental pode ser generalizada. As análises apenas são válidas nos recortes feitos pelos pesquisadores. Não existem premissas e nem hipóteses e são predominantemente descritivas.
Não utilizar termos como “deveria”.
Criar instrumentos - validação interna (comprovar ou esclarecer) – repetir utilizando diferentes instrumentos, exemplo questionário e entrevista. Validação externa pode se dar por um grupo de professores com a apresentação dos resultados e discussão.
1. Pesquisas que constrói interpretações para identificar ou construir significados
Tipo de pesquisa essencialmente realizada em documentos oficiais (com base legal), com intuito de ver/perceber a presença ideológica no texto.
Abre possibilidades infinitas de pesquisa. Exemplo: A concepção dos documentos em determinada década (ou outro recorte temporal) sobre formação ou ainda em relação à determinada instituição, como a concepção do Ministério da Educação sobre formação.
Importância de descrever os procedimentos. O autor apresenta procedimentos diferentes para cada um dos propósitos de pesquisa. Isso demonstra o quanto é importante identificar a metodologia que estudamos e descrever os passos, ou seja, o procedimento no concreto. Exemplo: Na metodologia de estudo de caso Robert Yin, afirma que é essencial ter um cronograma de realização da pesquisa, isto é um “procedimento” teórico. Portanto, eu tenho que inserir no meu documento final de pesquisa o quanto foi importante e de que forma se deu a preparação de um cronograma na realidade e no contexto da realização dos meus estudos/pesquisa. Comentário sobre importância do planejamento: “Planejar é se preparar para o imprevisto”.
Cuidado: Documento “X” do MEC diz que “a tecnologia é tal coisa”. Quem diz que todos os documentos do MEC afirmam dessa forma?
De acordo como texto: É a pesquisa em documentos para investigar os tipos de significado construídos através do texto (trabalho ideológico). Reunião de textos relevantes para área de interesse, realizando interpretação através da análise textual.
Texto submetido à análise textual
2. Pesquisa baseada em documentos realizada para desenvolver uma postura “normativa” sobre uma questão educacional.
De acordo como texto: Examinar textos para construir argumentação em torno do que consideramos uma postura mais adequada, com maiores méritos para ser assumida a respeito de algum tema educacional. Pesquisa com intuito de fundamentar uma postura.
Tipo de pesquisa que leva muito tempo a ser feita (longo período) – intenso envolvimento com o objeto de estudo. Normas tácitas presentes na comunidade. Análise documental para descobrir um significado (exemplo: impacto da alfabetização) para determinado contexto/recorte. Finalidade de buscar uma “tendência”, identificar conceitos na prática/contexto e fundamentos ou um significado de algo para um público determinado.
3. Pesquisa que usa textos para promover achados substantivos sobre o mundo
Pesquisa que visa o uso de textos para descrever, entender e explicar as coisas que estão acontecendo no mundo (tendências). Análise de dados documentais para produzir conclusões substantivas. – É o que chamamos de pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
domingo, 15 de março de 2009
Encontro dia 17/03
Lembrando do nosso escontro dia 17/03 às 18:30 no Laboratório de Mídias.
Será trabalhado o Cap 7, e a apresentação será de responsabilidade da Neide.
Até terça!!!!
Nara
Será trabalhado o Cap 7, e a apresentação será de responsabilidade da Neide.
Até terça!!!!
Nara
quinta-feira, 5 de março de 2009
Grupo de estudos 1/2009: 03/03/2009
a) Reflexões sobre como, onde e porque publicar (revistas científicas). Critérios de publicação. Diferenças entre ensaio, artigo e revisão teórica.
Publicações são critério de seleção para mestrado e doutorado. Também para bolsas de estudos.
b) Debate sobre a importância de registrar a história do grupo, quais as discussões e debates. É essencial renovar o convite para os professores da Rede Municipal, que tem muito a acrescentar em nossas discussões trazendo seus conhecimentos e sua vivência de sala de aula.
c) No primeiro ano (2008), discutimos o que é e como se faz pesquisa. Cuidados, precauções, características.
d) ANPED Nacional: 04 à 07 de outubro.
e) Organização do grupo de estudos.
Abertura de sala de estudos.
Organização de grupo de e-mails.
Divisão dos capítulos do livro por datas:
Capítulo 07 (Neide) - 17/03/2009 = Slides (Janice)
Capítulo 08 (Jacques) - 31/03/2009 = Slides (Sabrina)
Capítulo 09 (Renata) - 14/04/2009 = Slides (Tati - PIBIC Prof. Romilda)
Capítulo 10 (Patrícia) - 28/04/2009 = Slides (Sueli - PIBIC Prof. Romilda)
f) Em seguida, apresentação sobre andamento dos projetos. E explicações sobre a importância da pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
Publicações são critério de seleção para mestrado e doutorado. Também para bolsas de estudos.
b) Debate sobre a importância de registrar a história do grupo, quais as discussões e debates. É essencial renovar o convite para os professores da Rede Municipal, que tem muito a acrescentar em nossas discussões trazendo seus conhecimentos e sua vivência de sala de aula.
c) No primeiro ano (2008), discutimos o que é e como se faz pesquisa. Cuidados, precauções, características.
d) ANPED Nacional: 04 à 07 de outubro.
e) Organização do grupo de estudos.
Abertura de sala de estudos.
Organização de grupo de e-mails.
Divisão dos capítulos do livro por datas:
Capítulo 07 (Neide) - 17/03/2009 = Slides (Janice)
Capítulo 08 (Jacques) - 31/03/2009 = Slides (Sabrina)
Capítulo 09 (Renata) - 14/04/2009 = Slides (Tati - PIBIC Prof. Romilda)
Capítulo 10 (Patrícia) - 28/04/2009 = Slides (Sueli - PIBIC Prof. Romilda)
f) Em seguida, apresentação sobre andamento dos projetos. E explicações sobre a importância da pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
segunda-feira, 2 de março de 2009
Calendário 2009
Olá Pessoal!!! Conforme pedido da Profº Dilmeire passo a seguir as datas dos encontros no 1º Semestre, será sempre a cada 15 dias.
Março: 03,17,31
Abril: 14,28
Maio: 12,26
Junho: 9,23
Qualquer alteração será comunicado aqui no blog e nas reuniões.
Um abraço e até terça!!!
Nara
Março: 03,17,31
Abril: 14,28
Maio: 12,26
Junho: 9,23
Qualquer alteração será comunicado aqui no blog e nas reuniões.
Um abraço e até terça!!!
Nara
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