Anotações Grupo de Estudos
Dia 02 de junho de 2009
Próximo grupo de estudos dia 23 de junho, às 18h30
Capítulo 11, organizado por Fabíola.
Confraternização de final de semestre
Festa Julina, dia 03 de julho.
Horário: A definir
Local: Casa da Dil
Retomada do capítulo 9, a partir da página 159, no dia 23 de junho.
Registro contextualizado de linguagem falada:
Pesquisadores podem ser questionados se não se preocupou com a familiarização dos sujeitos da pesquisa com o dispositivo (câmera/gravador).
É necessário que tenha autorização de todos os alunos e professores envolvidos. Caso apenas um não concorde, há necessidade de retirar todos os dados coletados em relação ao sujeito.
Cuidados com a coleta (dispositivo utilizado para gravar) e com a transcrição (tempo/bastante trabalhoso). Benefícios do aparelho de transcrição.
Detalhamento da pesquisa (coleta de dados), por exemplo, citar que a observação de 16 horas/aulas gerou um documento de 20 páginas.
Incluir como anexo uma amostragem dos dados coletados (diário/relato).
Margarida Mead: primeira pesquisa qualitativa em ciências sociais.
Entrevista: importância de interagir com o sujeito (semi-estruturada) para ter dados mais completos e coerentes.
Entrevista de pequenos grupos e grupo focal
Grupo focal tem moderador, maior aparato (riqueza de dados, complementação). Convida um moderador que não é o pesquisador e não é participante do estudo.
Palpite: Não parte de um roteiro (questões), parte de provocações que podem ou não ser feitas. Análise: A diferença está na análise de dados entre os diferentes, afirma professora Romilda.
Métodos projetivos:
Criação de um instrumento/dispositivo de evocação.
Patrícia Meyer
quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Coleta de Dados Verbais na Pesquisa Qualitativa
Roteiro de estudos do capítulo 10:
Coleta de Dados Verbais na Pesquisa Qualitativa
Na introdução, os autores apresentam dois conceitos:
Método de coleta de dados (maneira)
Ferramentas de coleta de dados (dispositivos)
Irá tratar de cinco métodos de coleta de dados verbais:
a) Registro contextualizado de linguagem falada
b) Entrevista
c) Métodos projetivos
d) “Pensar em voz alta”
e) Coleta de transcrições já existentes
Registro contextualizado de linguagem falada
Gravação de uma atividade no momento em que ela ocorre.
Os dados são “contextualizados pois ocorrem naturalmente “in locus”.
Requer máxima preservação das interações, atividades, relações e linguagens.
Importância de planejar como será realizada a coleta de dados de acordo com o objetivo da pesquisa e de escolher o dispositivo mais adequado não apenas para a coleta, como para a transcrição de dados.
“Quando se registra a linguagem falada contextualizada,sempre se pretende coletar dados que sejam os mais autênticos possível, embora reconhecendo que o próprio ato de gravação – mesmo que na própria classe do pesquisador – interfere na dinâmica regular de sala de aula” (p.170) – Importância da preparação para evitar reações – explicar a presença da câmera (familiarização).
Dispositivos complexos (dados mais eficientes) X Dispositivos simples (menos invasivos)
Entrevista
Interações planejadas, previamente combinadas. Conduzidas por telefone, pessoalmente ou e-mail. Propósito: gerar informações detalhadas e necessárias sobre um evento, programa ou pessoa, que não podem ser obtidas por outros meios.
É essencial para obter informações sobre as crenças, valores, opiniões ou coletar narrativas pessoais, biografias ou histórias de vida.
Os participantes dizem em entrevistas o que não diriam no dia a dia.
A entrevista coleta dados verbais em um momento específico, não é possível captar tudo o que o sujeito pensa ou acredita.
Os dados são sempre parciais e incompletos e não representam uma “verdade definitiva”.
Processo em que entrevistador e entrevistados estão co-construindo dados.
Métodos projetivos
Uso de objetos (textos, atividades) para obter informações com os respondentes. Os objetos são chamados de dispositivos de evocação.
Usados para coletar informações sobre contextos, eventos, práticas, atitudes, motivações, crenças, expectativas.etc.
“Os dispositivos de evocação usados para coletar dados verbais podem ser, desde sonhos lembrados, até fotografias, ferramentas de trabalho ou recursos de ensino, objetos do cotidiano.” (p.182) – podem ser questões ou solicitações.
Requerem mais tempo de resposta do que as entrevistas convencionais. É interessante realizar o registro em vídeo.
“Pensar em voz alta”
Usado para gerar dados verbais, envolvendo os participantes na realização de uma tarefa, na resolução de um problema ou na coleta de informações e pedindo-lhes que falem enquanto pensam e durante o processo de tomada de decisão.
Difere dos métodos projetivos pois não está voltado para a identificar crenças , mas evoca os processos cognitivos.
O pensar em voz alta pode proporcionar esclarecimentos sobre os processos de pensamento. Não oferecem representações precisas e não são completos.
Coleta de transcrições já existentes
Vantagem: Reduz tempo necessário para coleta e aumenta tempo disponível para análise.
Fontes: Pesquisas em universidade, internet, listas de e-mail, bate-papo, sites governamentais. Desvantagens: Falta de dados sobre o contexto, não há possibilidade de análise de gestos , não tem informações sobre o processo de coleta de dados.
Entrevista
* Registro: anotações (mais voltado para o que o sujeito diz) ou gravação em áudio/vídeo (o que e como o sujeito diz)
* Indica-se combinação entre anotações e registro em gravação.
* Planejamento e escolha do dispositivo deve levar em conta tempo de transcrição.
* As entrevistas podem ser estruturadas (fazer comparações/indicada quando aplicada a grande número de pessoas/segue roteiro e ordem) ou não-estruturadas (não há roteiro, apenas uma ideia do pesquisador, coletar o máximo de informações)
* Entrevistas por e-mail são estruturadas
* Pesquisadores que defendem o uso da entrevista não-estruturada afirmam que elas “destroem” as relações de poder (mais democráticas), permitindo que as questões surjam naturalmente. São vistas como “conversas com propósitos”
* Entrevistas semi-estruturadas: Minimizam o controle às respostas dos participantes por parte do pesquisador. Incluem um roteiro prévio, mas trata-se de um guia, permitindo uma “sondagem” do pesquisador visando enriquecer a coleta de dados verbais. Permite que comparações sejam feitas e ao mesmo tempo, mantém o pesquisador aberto para explorar pontos em discussão que não estavam previstos e que possam contribuir com a pesquisa.
* Boas questões para entrevista: clareza, “de uma só resposta”, “não-conduzidas”, culturamente sensíveis e eticamente informadas.
Minimizar a ambigüidade realizando testes com diferentes pessoas, antes de realizar a entrevista com o sujeito. Não direcionar respostas e evitar influenciar explicitamente. Preocupar-se com a ordem das questões para que não afetem a confiabilidade dos dados. Não existem questões isentas. Minimizar riscos de ofender as pessoas (conhecer o grupo cultural que está sendo entrevistado). Exercício de colocar-se no lugar do sujeito para evitar constrangimentos desnecessários. É importante, no final da entrevista, abrir para comentários do pesquisado.
* Tipos de questões: Fechadas e abertas.
* Configurações: individuais, pequenos grupos (maximizar a coleta de dados, reduzindo o tempo de pesquisa. – Gerar discussão ao invés de perguntas e respostas). “As entrevistas de pequeno grupo são métodos de coleta de dados particularmente úteis para conhecer pontos de vista alternativos, para esclarecer consensos ou as divergências do grupo sobre uma questão e cruzar relatos de um evento e para esclarecer as interpretações do pesquisador, formadas durante o processo ou desenvolvidas a partir dos dados já coletados” (p.179). São ricas em dados, proporcionam resultados rápidos, maximizam possibilidade de levantar questões não previstas.
* Conduzindo a entrevista:
Critérios para selecionar os entrevistados: as características do sujeito tem que estar condizentes com os propósitos do estudo.
* Características de entrevistas eficazes:
- Planejamento prévio. Questões bem construídas, checagem de equipamento de registro.
- Estar atento para relações de poder, buscar estabelecer uma relação natural.
- Assinalar que está ouvindo e não realizar interrupções.
- Agradecer após realizar a entrevista.
- Explicar propósito do estudo.
Coleta de Dados Verbais na Pesquisa Qualitativa
Na introdução, os autores apresentam dois conceitos:
Método de coleta de dados (maneira)
Ferramentas de coleta de dados (dispositivos)
Irá tratar de cinco métodos de coleta de dados verbais:
a) Registro contextualizado de linguagem falada
b) Entrevista
c) Métodos projetivos
d) “Pensar em voz alta”
e) Coleta de transcrições já existentes
Registro contextualizado de linguagem falada
Gravação de uma atividade no momento em que ela ocorre.
Os dados são “contextualizados pois ocorrem naturalmente “in locus”.
Requer máxima preservação das interações, atividades, relações e linguagens.
Importância de planejar como será realizada a coleta de dados de acordo com o objetivo da pesquisa e de escolher o dispositivo mais adequado não apenas para a coleta, como para a transcrição de dados.
“Quando se registra a linguagem falada contextualizada,sempre se pretende coletar dados que sejam os mais autênticos possível, embora reconhecendo que o próprio ato de gravação – mesmo que na própria classe do pesquisador – interfere na dinâmica regular de sala de aula” (p.170) – Importância da preparação para evitar reações – explicar a presença da câmera (familiarização).
Dispositivos complexos (dados mais eficientes) X Dispositivos simples (menos invasivos)
Entrevista
Interações planejadas, previamente combinadas. Conduzidas por telefone, pessoalmente ou e-mail. Propósito: gerar informações detalhadas e necessárias sobre um evento, programa ou pessoa, que não podem ser obtidas por outros meios.
É essencial para obter informações sobre as crenças, valores, opiniões ou coletar narrativas pessoais, biografias ou histórias de vida.
Os participantes dizem em entrevistas o que não diriam no dia a dia.
A entrevista coleta dados verbais em um momento específico, não é possível captar tudo o que o sujeito pensa ou acredita.
Os dados são sempre parciais e incompletos e não representam uma “verdade definitiva”.
Processo em que entrevistador e entrevistados estão co-construindo dados.
Métodos projetivos
Uso de objetos (textos, atividades) para obter informações com os respondentes. Os objetos são chamados de dispositivos de evocação.
Usados para coletar informações sobre contextos, eventos, práticas, atitudes, motivações, crenças, expectativas.etc.
“Os dispositivos de evocação usados para coletar dados verbais podem ser, desde sonhos lembrados, até fotografias, ferramentas de trabalho ou recursos de ensino, objetos do cotidiano.” (p.182) – podem ser questões ou solicitações.
Requerem mais tempo de resposta do que as entrevistas convencionais. É interessante realizar o registro em vídeo.
“Pensar em voz alta”
Usado para gerar dados verbais, envolvendo os participantes na realização de uma tarefa, na resolução de um problema ou na coleta de informações e pedindo-lhes que falem enquanto pensam e durante o processo de tomada de decisão.
Difere dos métodos projetivos pois não está voltado para a identificar crenças , mas evoca os processos cognitivos.
O pensar em voz alta pode proporcionar esclarecimentos sobre os processos de pensamento. Não oferecem representações precisas e não são completos.
Coleta de transcrições já existentes
Vantagem: Reduz tempo necessário para coleta e aumenta tempo disponível para análise.
Fontes: Pesquisas em universidade, internet, listas de e-mail, bate-papo, sites governamentais. Desvantagens: Falta de dados sobre o contexto, não há possibilidade de análise de gestos , não tem informações sobre o processo de coleta de dados.
Entrevista
* Registro: anotações (mais voltado para o que o sujeito diz) ou gravação em áudio/vídeo (o que e como o sujeito diz)
* Indica-se combinação entre anotações e registro em gravação.
* Planejamento e escolha do dispositivo deve levar em conta tempo de transcrição.
* As entrevistas podem ser estruturadas (fazer comparações/indicada quando aplicada a grande número de pessoas/segue roteiro e ordem) ou não-estruturadas (não há roteiro, apenas uma ideia do pesquisador, coletar o máximo de informações)
* Entrevistas por e-mail são estruturadas
* Pesquisadores que defendem o uso da entrevista não-estruturada afirmam que elas “destroem” as relações de poder (mais democráticas), permitindo que as questões surjam naturalmente. São vistas como “conversas com propósitos”
* Entrevistas semi-estruturadas: Minimizam o controle às respostas dos participantes por parte do pesquisador. Incluem um roteiro prévio, mas trata-se de um guia, permitindo uma “sondagem” do pesquisador visando enriquecer a coleta de dados verbais. Permite que comparações sejam feitas e ao mesmo tempo, mantém o pesquisador aberto para explorar pontos em discussão que não estavam previstos e que possam contribuir com a pesquisa.
* Boas questões para entrevista: clareza, “de uma só resposta”, “não-conduzidas”, culturamente sensíveis e eticamente informadas.
Minimizar a ambigüidade realizando testes com diferentes pessoas, antes de realizar a entrevista com o sujeito. Não direcionar respostas e evitar influenciar explicitamente. Preocupar-se com a ordem das questões para que não afetem a confiabilidade dos dados. Não existem questões isentas. Minimizar riscos de ofender as pessoas (conhecer o grupo cultural que está sendo entrevistado). Exercício de colocar-se no lugar do sujeito para evitar constrangimentos desnecessários. É importante, no final da entrevista, abrir para comentários do pesquisado.
* Tipos de questões: Fechadas e abertas.
* Configurações: individuais, pequenos grupos (maximizar a coleta de dados, reduzindo o tempo de pesquisa. – Gerar discussão ao invés de perguntas e respostas). “As entrevistas de pequeno grupo são métodos de coleta de dados particularmente úteis para conhecer pontos de vista alternativos, para esclarecer consensos ou as divergências do grupo sobre uma questão e cruzar relatos de um evento e para esclarecer as interpretações do pesquisador, formadas durante o processo ou desenvolvidas a partir dos dados já coletados” (p.179). São ricas em dados, proporcionam resultados rápidos, maximizam possibilidade de levantar questões não previstas.
* Conduzindo a entrevista:
Critérios para selecionar os entrevistados: as características do sujeito tem que estar condizentes com os propósitos do estudo.
* Características de entrevistas eficazes:
- Planejamento prévio. Questões bem construídas, checagem de equipamento de registro.
- Estar atento para relações de poder, buscar estabelecer uma relação natural.
- Assinalar que está ouvindo e não realizar interrupções.
- Agradecer após realizar a entrevista.
- Explicar propósito do estudo.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Anotações Grupo de Estudos 12 de maio de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 12 de maio de 2009
Capítulo 9: Panorama da coleta de dados na pesquisa qualitativa com coordenação: Renata Monteiro
Calendário dos grupos de estudos foi alterado, portanto, a próxima reunião do grupo será no dia 02 de junho de 2009, às 18h30.
O próximo grupo de pesquisa será no dia 26 de maio de 2009, às 17h, sobre metaanálise / metapesquisa /pesquisa bibliométrica. A prof. Dilmeire dará uma aula sobre este assunto com apoio da Silvana (aluna do Doutorado de Administração que cursa a disciplina de análise de dados).
Justificar tipos de dados que estão sendo coletados nas pesquisas
Escritos
Observados
Verbais
Os dados precisam ser construídos, por meio de delimitações e decisões do pesquisador. Os dados são relacionados ao problema de pesquisa.
Coleta de dados é seletiva – decisões: o que é estratégico? O que é necessário?
Os dados não são neutros. Sempre são interpretados, durante, antes e no momento da coleta.
Não há distinção formal e exata entre dados verbais, escritos e observados. De acordo com qual referencial que meus dados podem ser definidos como verbais? Citar o autor. Importância da coerência nas definições e dos autores. Prof. Romilda comenta o quanto é essencial a coerência interna dentro das pesquisas. Indicar no texto, se utilizar diferentes autores, que é uma necessidade de complementação e não com intuito de “encher lingüiça”.
Dados verbais: registros da linguagem oral
Autor considera a transcrição de uma entrevista como dados verbais e não como escritos. “Os pesquisadores precisam desenvolver categorias que funcionem para eles” (p.151)
“As circunstâncias de entrevistas e conversas são muito diferentes de situações em que as pessoas apenas escrevem” (p.151)
Comentário da Professora Dilmeire: Indica que se realizem as correções ortográficas (revisão) nos documentos dos sujeitos caso isto não esteja relacionado ao seu propósito de pesquisa. É possível, portanto, fazer correções em questionários e demais documentos, quando os “erros” não estiverem relacionados ao objeto de estudo.
Professora Romilda comenta que a fala é muito diferente da escrita e isso exige, em determinadas situações, que depois de transcrito, o texto seja revisto pelo entrevistado. Se isto irá aumentar a fidedignidade dos dados ou não depende do propósito de pesquisa e da metodologia. Menciona a modalidade de entrevista em profundidade. Por isso a importância de ter instrumentos diferentes.
Pode ser feito também um registro de uma próxima entrevista com o sujeito em que se dá um retorno dos resultados já conquistados.
Dados observados:
Frutos de observação sistemática.
Para fazer os dados observados é essencial plano de observação – um planejamento anterior do que eu vou observar em relação ao objetivo de estudo. O que eu vou observar? Com qual objetivo?
Dados escritos
Textos pré existentes, documentos, registros, planos de aula, entre outros.
Incluindo respostas em questionários – textos gerados por iniciativa do pesquisador, registrados de forma impressa ou análoga.
Categorizar os dados é essencial para organizar e manejar a coleta de dados. Para não negligenciar dados que possam ser importantes.
Contexto de coleta de dados:
Registro espontâneo ou criar contextos de coleta de dados especiais ou artificiais.
Ocorrência espontânea:
Captar “pedaços da vida”
Comentário da Professora Romilda sobre a importância de realizar, durante a entrevista, de não só registrar o que o sujeito fala, mas o que ele não diz.
Dados (verbais) gerados pelo pesquisador:
O foco é a atividade e não a vida cotidiana.
As entrevistas geram informações que por si só não iriam existir.
As entrevistas são descontextualizadas.
Dados novos ou já existentes
Podem existir dados coletados em outros locais, em outras épocas, que estejam disponíveis e que possam ser úteis ao estudo do pesquisador. – Fazer comparações ou contexto mais amplo. “Vamos economizar”.
Princípios para gerar a coleta de dados
Não pode ser feita de forma inconseqüente, precisa ser feito de maneira planejada. Importância da confiança por parte dos participantes da pesquisa.
Princípios epistemológicos
São necessários dados relevantes e consistentes (referencial teórico).
Quantidade necessária de dados para ter argumentos plausíveis e produzir categorias interessantes úteis e interessantes.
Validade envolve implementar corretamente ferramentas de coleta de dados, para que atinjam seu objetivo – Criar instrumentos fidedignos aos conceitos informados e desenvolvidos.
Minimizar a quantidade de variações, tendo o máximo cuidado possível no desenvolvimento e na implementação.
Os demais capítulos vão ficar sob responsabilidade das seguintes mestrandas:
Capítulo 11: Fabiola
Capítulo 12: Simone
Patrícia Meyer
Capítulo 9: Panorama da coleta de dados na pesquisa qualitativa com coordenação: Renata Monteiro
Calendário dos grupos de estudos foi alterado, portanto, a próxima reunião do grupo será no dia 02 de junho de 2009, às 18h30.
O próximo grupo de pesquisa será no dia 26 de maio de 2009, às 17h, sobre metaanálise / metapesquisa /pesquisa bibliométrica. A prof. Dilmeire dará uma aula sobre este assunto com apoio da Silvana (aluna do Doutorado de Administração que cursa a disciplina de análise de dados).
Justificar tipos de dados que estão sendo coletados nas pesquisas
Escritos
Observados
Verbais
Os dados precisam ser construídos, por meio de delimitações e decisões do pesquisador. Os dados são relacionados ao problema de pesquisa.
Coleta de dados é seletiva – decisões: o que é estratégico? O que é necessário?
Os dados não são neutros. Sempre são interpretados, durante, antes e no momento da coleta.
Não há distinção formal e exata entre dados verbais, escritos e observados. De acordo com qual referencial que meus dados podem ser definidos como verbais? Citar o autor. Importância da coerência nas definições e dos autores. Prof. Romilda comenta o quanto é essencial a coerência interna dentro das pesquisas. Indicar no texto, se utilizar diferentes autores, que é uma necessidade de complementação e não com intuito de “encher lingüiça”.
Dados verbais: registros da linguagem oral
Autor considera a transcrição de uma entrevista como dados verbais e não como escritos. “Os pesquisadores precisam desenvolver categorias que funcionem para eles” (p.151)
“As circunstâncias de entrevistas e conversas são muito diferentes de situações em que as pessoas apenas escrevem” (p.151)
Comentário da Professora Dilmeire: Indica que se realizem as correções ortográficas (revisão) nos documentos dos sujeitos caso isto não esteja relacionado ao seu propósito de pesquisa. É possível, portanto, fazer correções em questionários e demais documentos, quando os “erros” não estiverem relacionados ao objeto de estudo.
Professora Romilda comenta que a fala é muito diferente da escrita e isso exige, em determinadas situações, que depois de transcrito, o texto seja revisto pelo entrevistado. Se isto irá aumentar a fidedignidade dos dados ou não depende do propósito de pesquisa e da metodologia. Menciona a modalidade de entrevista em profundidade. Por isso a importância de ter instrumentos diferentes.
Pode ser feito também um registro de uma próxima entrevista com o sujeito em que se dá um retorno dos resultados já conquistados.
Dados observados:
Frutos de observação sistemática.
Para fazer os dados observados é essencial plano de observação – um planejamento anterior do que eu vou observar em relação ao objetivo de estudo. O que eu vou observar? Com qual objetivo?
Dados escritos
Textos pré existentes, documentos, registros, planos de aula, entre outros.
Incluindo respostas em questionários – textos gerados por iniciativa do pesquisador, registrados de forma impressa ou análoga.
Categorizar os dados é essencial para organizar e manejar a coleta de dados. Para não negligenciar dados que possam ser importantes.
Contexto de coleta de dados:
Registro espontâneo ou criar contextos de coleta de dados especiais ou artificiais.
Ocorrência espontânea:
Captar “pedaços da vida”
Comentário da Professora Romilda sobre a importância de realizar, durante a entrevista, de não só registrar o que o sujeito fala, mas o que ele não diz.
Dados (verbais) gerados pelo pesquisador:
O foco é a atividade e não a vida cotidiana.
As entrevistas geram informações que por si só não iriam existir.
As entrevistas são descontextualizadas.
Dados novos ou já existentes
Podem existir dados coletados em outros locais, em outras épocas, que estejam disponíveis e que possam ser úteis ao estudo do pesquisador. – Fazer comparações ou contexto mais amplo. “Vamos economizar”.
Princípios para gerar a coleta de dados
Não pode ser feita de forma inconseqüente, precisa ser feito de maneira planejada. Importância da confiança por parte dos participantes da pesquisa.
Princípios epistemológicos
São necessários dados relevantes e consistentes (referencial teórico).
Quantidade necessária de dados para ter argumentos plausíveis e produzir categorias interessantes úteis e interessantes.
Validade envolve implementar corretamente ferramentas de coleta de dados, para que atinjam seu objetivo – Criar instrumentos fidedignos aos conceitos informados e desenvolvidos.
Minimizar a quantidade de variações, tendo o máximo cuidado possível no desenvolvimento e na implementação.
Os demais capítulos vão ficar sob responsabilidade das seguintes mestrandas:
Capítulo 11: Fabiola
Capítulo 12: Simone
Patrícia Meyer
Anotações Grupo de Estudos Dia 28 de Abril
Anotações Grupo de Estudos - Dia 28 de abril de 2009
Para a PRÓXIMA AULA capítulo 9: Panorama da coleta de dados na pesquisa qualitativa com coordenação: Renata Monteiro
Comentários sobre a confusão entre objeto de estudo (o que é que se está fazendo) e participantes presente em resumos de dissertações. Sugestão: trazer resumos de dissertações para identificar alguns equívocos.
Objeto de estudo: a situação estudada (o que vai ser estudado).
Discussão sobre diferentes maneiras de definir a metodologia de pesquisa no campo científico. Há autores diversos, que utilizam nomenclaturas específicas e modos diferentes de categorizar as pesquisas. A professora Romilda comenta que há tipos de pesquisas que não são tão difundidas no Brasil. Diferença entre “estudo de caso” e “estudo de um caso”, importância de utilizar todas as regras em relação a este tipo de pesquisa. É essencial manter a coerência com o caminho de pesquisa realizado, as decisões tomadas e as categorizações de pesquisa.
Comentários sobre a pesquisa desenvolvimento sob a ótica do Van Der Maren (1996).
Para não fazer uma “salada” conceitual em dissertação/tese:
Falamos sobre a possibilidade de articular diferentes conceitos dos autores buscando uma definição mais completa, citando todos estes autores. Outra possibilidade é utilizar que determinado conceito teve um segundo autor, que “complementou a concepção” do primeiro.
Patrícia Meyer
Para a PRÓXIMA AULA capítulo 9: Panorama da coleta de dados na pesquisa qualitativa com coordenação: Renata Monteiro
Comentários sobre a confusão entre objeto de estudo (o que é que se está fazendo) e participantes presente em resumos de dissertações. Sugestão: trazer resumos de dissertações para identificar alguns equívocos.
Objeto de estudo: a situação estudada (o que vai ser estudado).
Discussão sobre diferentes maneiras de definir a metodologia de pesquisa no campo científico. Há autores diversos, que utilizam nomenclaturas específicas e modos diferentes de categorizar as pesquisas. A professora Romilda comenta que há tipos de pesquisas que não são tão difundidas no Brasil. Diferença entre “estudo de caso” e “estudo de um caso”, importância de utilizar todas as regras em relação a este tipo de pesquisa. É essencial manter a coerência com o caminho de pesquisa realizado, as decisões tomadas e as categorizações de pesquisa.
Comentários sobre a pesquisa desenvolvimento sob a ótica do Van Der Maren (1996).
Para não fazer uma “salada” conceitual em dissertação/tese:
Falamos sobre a possibilidade de articular diferentes conceitos dos autores buscando uma definição mais completa, citando todos estes autores. Outra possibilidade é utilizar que determinado conceito teve um segundo autor, que “complementou a concepção” do primeiro.
Patrícia Meyer
terça-feira, 21 de abril de 2009
Projeto de Lei
Repasso a informação da Profa. Dilmeire.
PROJETO DE LEI SENSACIONAL - educação
Essa é EXTRAORDINÁRIA !!!!!!!!!! Valeu, Cristovam.
Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em Escolas públicas.
Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito(vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.As conseqüências seriam as melhores possíveis..
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
PROJETO DE LEI SENSACIONAL - educação
Essa é EXTRAORDINÁRIA !!!!!!!!!! Valeu, Cristovam.
Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em Escolas públicas.
Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito(vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.As conseqüências seriam as melhores possíveis..
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
ENCONTRO DIA 28/04
Caras Colegas,
No dia 28/04, às 18:30, teremos novo encontro do nosso grupo de estudos.
Será trabalhado o Cap. 9 que já se encontra no xerox do andar térreo do CCTH.
O trabalho será coordenado por nossa colega Renata Monteiro.
Até terça!!!
No dia 28/04, às 18:30, teremos novo encontro do nosso grupo de estudos.
Será trabalhado o Cap. 9 que já se encontra no xerox do andar térreo do CCTH.
O trabalho será coordenado por nossa colega Renata Monteiro.
Até terça!!!
terça-feira, 14 de abril de 2009
14 de abril de 2009
Anotações Grupo de Estudos
Dia 14 de abril de 2009
Continuidade do Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Para ilustrar o capítulo, o Jacques, responsável por coordenar as atividades, apresentou o seu projeto de dissertação que se trata de uma pesquisa de abordagem quantitativa. Durante sua apresentação, as professoras Romilda e Dilmeire fizeram relação com a metodologia para realização de uma pesquisa de abordagem qualitativa.
Primeiramente, percebemos a diferença de estrutura (formatação das partes) do projeto da área de saúde para a área da educação.
Há presença de hipóteses, afinal trata-se de uma pesquisa quantitativa (há possibilidade de ter comprovação ou não). Importância de relacionar objetivos gerais e hipóteses que não podem estar dissociados. A hipótese verifica se atingiu ou não atingiu (comprovação ou refutação de hipóteses).
Em pesquisa qualitativa (segundo Marli André), podemos falar em questões norteadoras. Outros autores utilizam a denominação hipóteses de trabalho.
Na pesquisa qualitativa, os objetivos específicos podem ser confundidos com as questões norteadoras. Define-se que as subquestões de pesquisa fazem parte do pré-projeto, transformando-se, nos projetos, em objetivos específicos. As questões norteadoras (que são as hipóteses na pesquisa quantitativa) podem estar presentes em dois momentos no documento final da pesquisa (dissertação, TCC, tese): Na introdução, demonstrando como eu construí o meu objetivo de pesquisa (a minha questão central) ou nos resultados. Explicando: Caso ao autor ache interessante, após a análise dos dados, no momento de descrever as resultados, as questões norteadoras podem se tornar as divisões do capítulo (Resultados).
O projeto do Jacques apresenta um sumário bastante detalhado, o que é importante em um projeto de pesquisa de abordagem quantitativo e não é essencial em pesquisas de abordagem qualitativa (pede-se uma única página e não é interessante que os textos das divisões não tenham apenas uma única página). Independente da abordagem, um referencial teórico detalhando os elementos e conceitos são essenciais para o futuro da pesquisa.
Importância de estudar os artigos científicos, com metodologias, instrumentos de pesquisa (caminho da pesquisa), autores que são citados e conceitos, além de informações úteis para o referencial teórico.
Necessidade de detalhar o caminho da pesquisa (metodologia) para que tornar o estudo bastante objetivo e concreto, tanto na pesquisa de abordagem quantitativa quanto qualitativa.
Não há necessidade de comprovação das hipóteses. O estudo não deixa de ser científico se os objetivos não forem cumpridos, tanto em pesquisas qualitativas como quantitativas. O plano de coleta de dados mostra o caminho da sua pesquisa, mas pode ser que a partir destas decisões (instrumentos de trabalho, cenário ou amostras estipuladas) não trouxeram os resultados esperados. Isso possibilita que novas pesquisas sejam realizadas com diferentes cenários ou metodologia. Estes problemas podem ser explicados nos limites, até mesmo apresentando sugestões. Também é possível realizar uma complementação do estudo, caso haja tempo hábil. Todos estes obstáculos devem estar descritos na metodologia.
Discussão sobre rigor científico na pesquisa quantitativa.
Importância em ter o mesmo rigor para a pesquisa qualitativa.
Patrícia Meyer
Dia 14 de abril de 2009
Continuidade do Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Para ilustrar o capítulo, o Jacques, responsável por coordenar as atividades, apresentou o seu projeto de dissertação que se trata de uma pesquisa de abordagem quantitativa. Durante sua apresentação, as professoras Romilda e Dilmeire fizeram relação com a metodologia para realização de uma pesquisa de abordagem qualitativa.
Primeiramente, percebemos a diferença de estrutura (formatação das partes) do projeto da área de saúde para a área da educação.
Há presença de hipóteses, afinal trata-se de uma pesquisa quantitativa (há possibilidade de ter comprovação ou não). Importância de relacionar objetivos gerais e hipóteses que não podem estar dissociados. A hipótese verifica se atingiu ou não atingiu (comprovação ou refutação de hipóteses).
Em pesquisa qualitativa (segundo Marli André), podemos falar em questões norteadoras. Outros autores utilizam a denominação hipóteses de trabalho.
Na pesquisa qualitativa, os objetivos específicos podem ser confundidos com as questões norteadoras. Define-se que as subquestões de pesquisa fazem parte do pré-projeto, transformando-se, nos projetos, em objetivos específicos. As questões norteadoras (que são as hipóteses na pesquisa quantitativa) podem estar presentes em dois momentos no documento final da pesquisa (dissertação, TCC, tese): Na introdução, demonstrando como eu construí o meu objetivo de pesquisa (a minha questão central) ou nos resultados. Explicando: Caso ao autor ache interessante, após a análise dos dados, no momento de descrever as resultados, as questões norteadoras podem se tornar as divisões do capítulo (Resultados).
O projeto do Jacques apresenta um sumário bastante detalhado, o que é importante em um projeto de pesquisa de abordagem quantitativo e não é essencial em pesquisas de abordagem qualitativa (pede-se uma única página e não é interessante que os textos das divisões não tenham apenas uma única página). Independente da abordagem, um referencial teórico detalhando os elementos e conceitos são essenciais para o futuro da pesquisa.
Importância de estudar os artigos científicos, com metodologias, instrumentos de pesquisa (caminho da pesquisa), autores que são citados e conceitos, além de informações úteis para o referencial teórico.
Necessidade de detalhar o caminho da pesquisa (metodologia) para que tornar o estudo bastante objetivo e concreto, tanto na pesquisa de abordagem quantitativa quanto qualitativa.
Não há necessidade de comprovação das hipóteses. O estudo não deixa de ser científico se os objetivos não forem cumpridos, tanto em pesquisas qualitativas como quantitativas. O plano de coleta de dados mostra o caminho da sua pesquisa, mas pode ser que a partir destas decisões (instrumentos de trabalho, cenário ou amostras estipuladas) não trouxeram os resultados esperados. Isso possibilita que novas pesquisas sejam realizadas com diferentes cenários ou metodologia. Estes problemas podem ser explicados nos limites, até mesmo apresentando sugestões. Também é possível realizar uma complementação do estudo, caso haja tempo hábil. Todos estes obstáculos devem estar descritos na metodologia.
Discussão sobre rigor científico na pesquisa quantitativa.
Importância em ter o mesmo rigor para a pesquisa qualitativa.
Patrícia Meyer
terça-feira, 31 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 31 de março de 2009
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
Continuidade do Capítulo 07: Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos e Capítulo 08: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
Comentários sobre o autor: Ele não trata a pesquisa como inspiração e sim, mostra passo a passo como deve ser realizada.
Investigação baseada em documentos: Na aula passada (17 de março), discutimos dois itens. Para esta aula, precisamos retomar no terceiro tipo de pesquisa “que usa textos para promover achados substantivos para o mundo”.
Afirmações empíricas: atenção à maneira com que foi feita a coleta e análise dos dados originais. – Respeito sobre a metodologia utilizada na pesquisa. Quando utilizamos o “autor sugere”, “relata”, “conclui” ou “o autor afirma”. – A utilização do verbo depende do que o autor exatamente fez e com qual objetivo. A importância de “escrever com consciência”.
Não é porque uma autoridade é reconhecida que se trata de uma boa pesquisa: “Atenção ao contexto em que a pesquisa foi utilizada”.
Pesquisar o “currículo lattes” dos pesquisadores para identificar a “história do autor nas construções das suas pesquisas”/ coerência/ um eixo condutor das pesquisas. – Especialmente os que citaremos no referencial teórico de TCC, teses e dissertações.
Afirmação conceituais: Não podemos seguir apenas “suposições” de outros pesquisadores/autores. Ser capaz de identificar afirmações conceituais/analíticas é uma habilidade útil. Há conceitos que não discutíveis, mas podemos desconfiar sempre (senso crítico).
Pesquisa tem que ter três elementos principais: O segundo é a metodologia, que define o que é pesquisa científica. ()
O relato da pesquisa também tem que ter lógica e coerência. Trata-se de um exercício. Não se trata de inspiração. Uma dica é montar uma estrutura prévia (um esboço, um planejamento).
Fichamento não é um resumo do que o autor diz. É interessante criar categorias: determinar o contexto em que foi realizada, que tipo de pesquisa é (abordagem), quais os autores e instrumentos de pesquisa que foram utilizados. Ou um olhar, os objetivos e as “categorias” do que eu vou buscar em determinadas obras.
Importância do título (identificar o que existe no documento).
Ter lógica entre as partes.
Indução e dedução
Pesquisa empírica é indutiva.
Capítulo 8: Introdução à pesquisa como investigação quantitativa
A pesquisa qualitativa sozinha não existe, a quantitativa é um ponto de partida essencial para baseá-la. A autora Alina Reznitskaya, que auxiliou a produção deste capítulo, tem formação em bioestatística e antropologia.
Retomamos que na década de 80, era proibida a utilização de questionários – “declínio” da pesquisa quantitativa. Com o fim da Ditadura, jogou-se fora “tudo”, um “descarte” de qualquer pesquisa que poderia ser identificada com o tecnicismo/positivismo. “Joga-se a água e o bebê junto”.
Exposição de alguns projetos de pesquisa usuais em pesquisa quantitativa
Correlacionais: muitos temas dos quais o autor trata também podem ser aplicadas a abordagem qualitativa de maneira adaptada. Os correlacionais, por exemplo, são os estudos comparados (que podem ser realizados na abordagem qualitativa ou quantitativa). Exemplo: Como os professores de Curitiba integram a tecnologia – cria-se um teste, por exemplo, um questionário comum e depois se aplica o mesmo instrumento (adaptando a linguagem ou variáveis externas diferentes que devem ser descritas) em outro cenário/contexto ou público, professores da França, exemplo. Mas há limites, dependendo do objeto de estudo, contextos totalmente diferentes não podem ser comparados.
Variável: São características que podem assumir diferentes valores, pois oscilam. Os valores podem mudar no “olhar” da variável.
Variáveis categóricas (categorias exclusivas) – diferem em qualidade ou tipo.
Variáveis quantitativas: variam em quantidade ou grau.
Variáveis independentes: influencia de algum modo outra variável.
Variáveis dependentes: Depende do que a variável independente opera nela. (Parte do independente).
Métodos de amostragem:
Existe grande população de estudo.
Seleção de parte da população.
Utilizada para chegar a inferências ou generalizações.
Amostragem aleatória: tem margem de erro (para mais ou para menos, que pode ser feito por meio de um cálculo e depende do número de sujeitos).
Seleção amostragem versus designação aleatória
Amostragem aleatória estratificada: todos têm a mesma chance de seleção (também chamada de randomizada) - por sorteio.
Amostragem intencional: O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os participantes.
Patrícia Meyer
terça-feira, 17 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos - Dia 17 de março de 2009
Anotações Grupo de Estudos
Dia 17 de março de 2009
Capítulo 07
Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos
O capítulo apresenta como pode ser o estudo documental em relação a estes três propósitos.
Uma forma ou vertente de pesquisa/ análise documental é do tipo Estado da Arte. Nas obras que temos em inglês e francês nunca se encontra este tipo de pesquisa com esta denominação. Também é conhecida como Estado do Conhecimento ou Survey. É semelhante ao terceiro propósito apresentado pelo autor.
Os propósitos são importantes para termos uma condução, um foco para a pesquisa documental.
Para a fundamentação teórica é sempre necessário DUVIDAR. Não é porque o autor é renomado que sua pesquisa tem relevância. Ter atenção com os fundamentos e tendências ideológicas dos autores, isso só é permitido para demonstrar contradição entre eles. “A pesquisa constrói a interpretação”, temos que ter ciência das concepções de cada autor.
Devemos incluir um estudo profundo de como os autores construiu os seus significados (referências).
“O tipo de análise textual empregada deve ser coerente com a perspectiva teórica adotada pelo pesquisador, que por sua vez, deve ser coerente com a estrutura conceitual e teórica do problema de pesquisa”, p.106.
Nenhuma análise de pesquisa com abordagem qualitativa do tipo documental pode ser generalizada. As análises apenas são válidas nos recortes feitos pelos pesquisadores. Não existem premissas e nem hipóteses e são predominantemente descritivas.
Não utilizar termos como “deveria”.
Criar instrumentos - validação interna (comprovar ou esclarecer) – repetir utilizando diferentes instrumentos, exemplo questionário e entrevista. Validação externa pode se dar por um grupo de professores com a apresentação dos resultados e discussão.
1. Pesquisas que constrói interpretações para identificar ou construir significados
Tipo de pesquisa essencialmente realizada em documentos oficiais (com base legal), com intuito de ver/perceber a presença ideológica no texto.
Abre possibilidades infinitas de pesquisa. Exemplo: A concepção dos documentos em determinada década (ou outro recorte temporal) sobre formação ou ainda em relação à determinada instituição, como a concepção do Ministério da Educação sobre formação.
Importância de descrever os procedimentos. O autor apresenta procedimentos diferentes para cada um dos propósitos de pesquisa. Isso demonstra o quanto é importante identificar a metodologia que estudamos e descrever os passos, ou seja, o procedimento no concreto. Exemplo: Na metodologia de estudo de caso Robert Yin, afirma que é essencial ter um cronograma de realização da pesquisa, isto é um “procedimento” teórico. Portanto, eu tenho que inserir no meu documento final de pesquisa o quanto foi importante e de que forma se deu a preparação de um cronograma na realidade e no contexto da realização dos meus estudos/pesquisa. Comentário sobre importância do planejamento: “Planejar é se preparar para o imprevisto”.
Cuidado: Documento “X” do MEC diz que “a tecnologia é tal coisa”. Quem diz que todos os documentos do MEC afirmam dessa forma?
De acordo como texto: É a pesquisa em documentos para investigar os tipos de significado construídos através do texto (trabalho ideológico). Reunião de textos relevantes para área de interesse, realizando interpretação através da análise textual.
Texto submetido à análise textual
2. Pesquisa baseada em documentos realizada para desenvolver uma postura “normativa” sobre uma questão educacional.
De acordo como texto: Examinar textos para construir argumentação em torno do que consideramos uma postura mais adequada, com maiores méritos para ser assumida a respeito de algum tema educacional. Pesquisa com intuito de fundamentar uma postura.
Tipo de pesquisa que leva muito tempo a ser feita (longo período) – intenso envolvimento com o objeto de estudo. Normas tácitas presentes na comunidade. Análise documental para descobrir um significado (exemplo: impacto da alfabetização) para determinado contexto/recorte. Finalidade de buscar uma “tendência”, identificar conceitos na prática/contexto e fundamentos ou um significado de algo para um público determinado.
3. Pesquisa que usa textos para promover achados substantivos sobre o mundo
Pesquisa que visa o uso de textos para descrever, entender e explicar as coisas que estão acontecendo no mundo (tendências). Análise de dados documentais para produzir conclusões substantivas. – É o que chamamos de pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
Dia 17 de março de 2009
Capítulo 07
Introdução à pesquisa com investigação baseada em documentos
O capítulo apresenta como pode ser o estudo documental em relação a estes três propósitos.
Uma forma ou vertente de pesquisa/ análise documental é do tipo Estado da Arte. Nas obras que temos em inglês e francês nunca se encontra este tipo de pesquisa com esta denominação. Também é conhecida como Estado do Conhecimento ou Survey. É semelhante ao terceiro propósito apresentado pelo autor.
Os propósitos são importantes para termos uma condução, um foco para a pesquisa documental.
Para a fundamentação teórica é sempre necessário DUVIDAR. Não é porque o autor é renomado que sua pesquisa tem relevância. Ter atenção com os fundamentos e tendências ideológicas dos autores, isso só é permitido para demonstrar contradição entre eles. “A pesquisa constrói a interpretação”, temos que ter ciência das concepções de cada autor.
Devemos incluir um estudo profundo de como os autores construiu os seus significados (referências).
“O tipo de análise textual empregada deve ser coerente com a perspectiva teórica adotada pelo pesquisador, que por sua vez, deve ser coerente com a estrutura conceitual e teórica do problema de pesquisa”, p.106.
Nenhuma análise de pesquisa com abordagem qualitativa do tipo documental pode ser generalizada. As análises apenas são válidas nos recortes feitos pelos pesquisadores. Não existem premissas e nem hipóteses e são predominantemente descritivas.
Não utilizar termos como “deveria”.
Criar instrumentos - validação interna (comprovar ou esclarecer) – repetir utilizando diferentes instrumentos, exemplo questionário e entrevista. Validação externa pode se dar por um grupo de professores com a apresentação dos resultados e discussão.
1. Pesquisas que constrói interpretações para identificar ou construir significados
Tipo de pesquisa essencialmente realizada em documentos oficiais (com base legal), com intuito de ver/perceber a presença ideológica no texto.
Abre possibilidades infinitas de pesquisa. Exemplo: A concepção dos documentos em determinada década (ou outro recorte temporal) sobre formação ou ainda em relação à determinada instituição, como a concepção do Ministério da Educação sobre formação.
Importância de descrever os procedimentos. O autor apresenta procedimentos diferentes para cada um dos propósitos de pesquisa. Isso demonstra o quanto é importante identificar a metodologia que estudamos e descrever os passos, ou seja, o procedimento no concreto. Exemplo: Na metodologia de estudo de caso Robert Yin, afirma que é essencial ter um cronograma de realização da pesquisa, isto é um “procedimento” teórico. Portanto, eu tenho que inserir no meu documento final de pesquisa o quanto foi importante e de que forma se deu a preparação de um cronograma na realidade e no contexto da realização dos meus estudos/pesquisa. Comentário sobre importância do planejamento: “Planejar é se preparar para o imprevisto”.
Cuidado: Documento “X” do MEC diz que “a tecnologia é tal coisa”. Quem diz que todos os documentos do MEC afirmam dessa forma?
De acordo como texto: É a pesquisa em documentos para investigar os tipos de significado construídos através do texto (trabalho ideológico). Reunião de textos relevantes para área de interesse, realizando interpretação através da análise textual.
Texto submetido à análise textual
2. Pesquisa baseada em documentos realizada para desenvolver uma postura “normativa” sobre uma questão educacional.
De acordo como texto: Examinar textos para construir argumentação em torno do que consideramos uma postura mais adequada, com maiores méritos para ser assumida a respeito de algum tema educacional. Pesquisa com intuito de fundamentar uma postura.
Tipo de pesquisa que leva muito tempo a ser feita (longo período) – intenso envolvimento com o objeto de estudo. Normas tácitas presentes na comunidade. Análise documental para descobrir um significado (exemplo: impacto da alfabetização) para determinado contexto/recorte. Finalidade de buscar uma “tendência”, identificar conceitos na prática/contexto e fundamentos ou um significado de algo para um público determinado.
3. Pesquisa que usa textos para promover achados substantivos sobre o mundo
Pesquisa que visa o uso de textos para descrever, entender e explicar as coisas que estão acontecendo no mundo (tendências). Análise de dados documentais para produzir conclusões substantivas. – É o que chamamos de pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
domingo, 15 de março de 2009
Encontro dia 17/03
Lembrando do nosso escontro dia 17/03 às 18:30 no Laboratório de Mídias.
Será trabalhado o Cap 7, e a apresentação será de responsabilidade da Neide.
Até terça!!!!
Nara
Será trabalhado o Cap 7, e a apresentação será de responsabilidade da Neide.
Até terça!!!!
Nara
quinta-feira, 5 de março de 2009
Grupo de estudos 1/2009: 03/03/2009
a) Reflexões sobre como, onde e porque publicar (revistas científicas). Critérios de publicação. Diferenças entre ensaio, artigo e revisão teórica.
Publicações são critério de seleção para mestrado e doutorado. Também para bolsas de estudos.
b) Debate sobre a importância de registrar a história do grupo, quais as discussões e debates. É essencial renovar o convite para os professores da Rede Municipal, que tem muito a acrescentar em nossas discussões trazendo seus conhecimentos e sua vivência de sala de aula.
c) No primeiro ano (2008), discutimos o que é e como se faz pesquisa. Cuidados, precauções, características.
d) ANPED Nacional: 04 à 07 de outubro.
e) Organização do grupo de estudos.
Abertura de sala de estudos.
Organização de grupo de e-mails.
Divisão dos capítulos do livro por datas:
Capítulo 07 (Neide) - 17/03/2009 = Slides (Janice)
Capítulo 08 (Jacques) - 31/03/2009 = Slides (Sabrina)
Capítulo 09 (Renata) - 14/04/2009 = Slides (Tati - PIBIC Prof. Romilda)
Capítulo 10 (Patrícia) - 28/04/2009 = Slides (Sueli - PIBIC Prof. Romilda)
f) Em seguida, apresentação sobre andamento dos projetos. E explicações sobre a importância da pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
Publicações são critério de seleção para mestrado e doutorado. Também para bolsas de estudos.
b) Debate sobre a importância de registrar a história do grupo, quais as discussões e debates. É essencial renovar o convite para os professores da Rede Municipal, que tem muito a acrescentar em nossas discussões trazendo seus conhecimentos e sua vivência de sala de aula.
c) No primeiro ano (2008), discutimos o que é e como se faz pesquisa. Cuidados, precauções, características.
d) ANPED Nacional: 04 à 07 de outubro.
e) Organização do grupo de estudos.
Abertura de sala de estudos.
Organização de grupo de e-mails.
Divisão dos capítulos do livro por datas:
Capítulo 07 (Neide) - 17/03/2009 = Slides (Janice)
Capítulo 08 (Jacques) - 31/03/2009 = Slides (Sabrina)
Capítulo 09 (Renata) - 14/04/2009 = Slides (Tati - PIBIC Prof. Romilda)
Capítulo 10 (Patrícia) - 28/04/2009 = Slides (Sueli - PIBIC Prof. Romilda)
f) Em seguida, apresentação sobre andamento dos projetos. E explicações sobre a importância da pesquisa do tipo Estado da Arte.
Patrícia Meyer
segunda-feira, 2 de março de 2009
Calendário 2009
Olá Pessoal!!! Conforme pedido da Profº Dilmeire passo a seguir as datas dos encontros no 1º Semestre, será sempre a cada 15 dias.
Março: 03,17,31
Abril: 14,28
Maio: 12,26
Junho: 9,23
Qualquer alteração será comunicado aqui no blog e nas reuniões.
Um abraço e até terça!!!
Nara
Março: 03,17,31
Abril: 14,28
Maio: 12,26
Junho: 9,23
Qualquer alteração será comunicado aqui no blog e nas reuniões.
Um abraço e até terça!!!
Nara
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Encontro Presencial 2009
Olá
Estamos retomando os trabalhos do Grupo de Estudos! Nosso próximo encontro será dia 03.03.2009, as 18h e 30min na Sala de Mídias - Bloco Amarelo PUCPR.
Sejam todos muito bem vindos!
Estamos retomando os trabalhos do Grupo de Estudos! Nosso próximo encontro será dia 03.03.2009, as 18h e 30min na Sala de Mídias - Bloco Amarelo PUCPR.
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